Lá me vou. Ver meu mar, minha terra, minhas árvores, "com galhos pra quebrar", não quebrar, cultivar e alegrar. Volto lá para alegrar-me, fiquei, estou alegre e agora contar-lhe-ei uma história.
Lá é sorrir e cantar, lá é Bahia, e é de lá a menininha. Sofreu e chorou a dor. Dor da partida. Pequenina e ferida, leva a vida cheia e corrida, estranha e sem espaço ou tempo. Sem brincar, "sorrir e cantar como Bahia". Quando então, eis a oportunidade mais esperada, e a felicidade, o sorrir e o cantar de baiana, abraça o seu rosto daqui até o dia do feito que Deus apresentou-lhe. Ela espera a hora e antes mesmo de tudo acontecer, ela é a pessoa mais feliz do mundo, sim. Sim!
Menina solta como o dia, aquele dia baiano, com bem energia, quante, na voz, no coração, na expressão, na canção. "Cantano e sorrino" vai. "Dá bom dia todo dia" pra àquela genti, que só tem apreço ou preconceito de sua voz. Mas ela nem se incomoda, nem moda, nem mede. Nada, a felicidade nem deixa, a simpátia é tão boa, que a deixa cega.
Antes mesmo do feito, mas Deus ah de deixar ela ir, por que ele quer vê-la feliz. E sua família também. Então a menininha pula, sorria, e chora, mas não é de dor não, pelo contrário. É de "félicidadi bixinha!"
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