Nada alegrava-a, isso é o mais perceptível. Até fulana que nem contato tem com ela, percebeu e acabou a perguntar de agônia, porque ela estava triste, sentiu-se feia, nem sabia que estava triste, seria isso um costume? Deve ser, ter superação à saudade, é ser forte. E não sentir-se mais. É ter costume, ter. Ser. Eis sua resposta: indignação com a desigualdade mundial, querer mover e mudar e ver que não conseguiria aquilo ou aquilo outro. Desestimulo, não, cansaço e fé. Se misturam e formam aquela eu, com saudade e muita indignação. As pessoas novas ao redor seu, sofrem e sofrem, e passam por situações desumanas, vivem, mas vivem no submundo sub-humano.
15, precisa saber a idade d'outra (pessoa conhecida) para nada mais que entender, ela vem de uma família de drogados, era usuaria de drogas, espelhada em seu pai, álcoolatra e passou a porta de uma igreja, a um ano atrás, hoje ela teme as drogas e o álcool, sabe que se fosse mudar e mover coisas no mundo, seria ela uma das pessoas em volta a se prontificar e ajudar aquela eu, pois aquela eu faz-se amiga e é de fato a conselheira de objetivos.
Câncer (outra pessoa conhecida), vitória, depressão, escuridão, e então aparece aquela eu e faz-se de exemplo de superação, de conselheira, e levanta o astral daquela outra. Hoje vai alguém a aquela eu e faz com que ela pense que não sente nem que está triste, por tanto, levantar os objetivos é sempre o sempre mais importante. Eis que me pergunto, o que queres de mim Deus? Aquela, eu.
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