Na Caatinga o homem chora. O boi que morreu de sede. A roça que era verde. A seca torrou garrancho. Riacho virou caminho. De pedras ardendo em fogo. No poço secou a água. Menino morreu sem nome. Exposição do Acervo "Natureza nossa" por Jorge Nunes, grande amigo. Espero que gostem! Valente e Bahia.
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sábado, 22 de outubro de 2011
Se presta ou não, quem menos sabe sou eu
Será que ele presta? E presta pra mim? Me fez e faz ter atitudes que não sei ao certo se me prejudicou, se tem volta ou não, se vai ser bom pra mim, se não vou falar como alguém, qualquer um, mas como uma indívidua evangélica, quando temos Deus no nosso ser e coração por completo vemos um pouco do futuro na nossa cara, ele te fala o que fazer como uma mãe, e você discorda, ou concorda que depois Deus vai mais uma vez estar ao seu lado tentando te ajudar a tomar a decisão certa para a sua vida (é o que vai acontecer com "absolitissíma certeza"). Mas e por que para dar menos problemas você não ficou do jeito que estava, estagnada no seu sentimento. E me disseram que o coração é enganoso, "e me dissera pra não tirar a mesa, e me disseram que o ataque é a pior defesa, ouça o que eu digo não ouça ninguém, ouço o que eu digo..." enfim, vou parar de lembrar o que me disseram e de cantarolar. A mais pura verdade para que eu possa seguir, por mais que tenha sido o ruim. Por que agora só Deus mais uma vez para dizer se pela direita ou pela esquerda. "O tempo vai dizer lento o que vira". Só sei que quem menos sabe sou eu.
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